Da janela do quarto, fico ali, olhando pra rua deserta, molhada pela chuva, que pelo amor de Deus: NÃO PARA MAIS!
E nessas horas de silêncio, quase sempre bate saudade de alguma coisa. Na maioria das vezes,
nunca se sabe que coisas são essas.
Eu sempre tenho essa sensação quando chego em casa tarde: saudade de alguma coisa que não existe! [Mais trabalho pro meu terapeuta].
Mas hoje, ontem, sei lá, eu senti saudade de uma coisa que existe, ou que existiu, pelo menos. Ribeirão da Ilha!
Saudade desse lugar, saudade da família,
da minha vó que não está mais aqui e da árvore de natal cheinha de bombons da marca Garoto. Esse bombom chega a me dar frio no estômago. [Meu terapeuta vai comprar uma lancha nova só com minhas consultas, parece.]
Olhei aqui e achei essa foto que ilustra o momento: Fim de tarde no Ribeirão da Ilha, vista do restaurante Porto do Contrato. Lugar liiiindo!
Bom domingo gente.
Boa semana pra todos amanhã.

Dia de luz
Festa de sol
E um barquinho a deslizar
No macio azul do mar
Tudo é verão e o amor se faz
Num barquinho pelo mar
Que desliza sem parar
Sem intenção, nossa canção
Vai saindo desse mar e o sol
Beija o barco e luz
Dias tão azuis [...]
Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli